Existem esboços e making of(s), que dão o mesmo estímulo (ou maior) que ver a própria obra finalizada.
Achei muito criativa a técnica usada para esse stopmotion, nada mais que 150 camisetas estampadas uma a uma para dar ação ao vídeo. Não deixem de ver o making of.
Novo visual será apresentado ao público na terça-feira (23).
Haverá mudança na pintura dos aviões e uniforme das tripulações.
A Varig apresenta nesta terça-feira (23), no Rio, sua nova identidade visual. A marca Varig e a cor azul na estrela que há 80 anos é o símbolo da companhia seguem predominantes, mas ganha toques de laranja, a cor da sua nova dona, a Gol, segundo o diretor comercial da empresa, Lincoln Amano. Novos uniformes da tripulação também serão apresentados.
A Gol anunciou no final de março a compra da Varig, por US$ 320 milhões.
Na época, a empresa disse que manteria a marca, focando as operações da Varig nas rotas internacionais.
NÃO COLOCO MINHA MÃO NO FOGO,
mas gostei da premissa sobre a nova Mini-Série intitulada Tin Man, que seria o novo Mágico de OZ em sua versão mais psicodélica. Conheci através do meu parceiro de faculdade Willian. O site oficial http://www.scifi.com/tinman/oz/ e http://www.scifi.com/tinman traz algumas cenas e mais vídeos.
Vamos lá…
A clássica história do Mágico de Oz foi repaginada pelo SCI FI Channel numa série intitulada Tin Man (Homem-de-Lata). O canal revelou o primeiro trailer, veja:
É hora de ver O Mágico de Oz com outros olhos.
Com temática atualizada e grandes efeitos especiais para contar a história de uma dimensão que sofre nas mãos de uma terrível feiticeira, mas uma moça vinda de uma cidadezinha do interior surge para derrotá-la.
Na história, DG (Zooey Deschanel) é levada por um tornado de sua vida pacata para um lugar conhecido como Outer Zone (O.Z.), que é ameaçado pela feiticeira Azkadellia (Kathleen Robertson). O líder do local, Mystic Man (Richard Dreyfuss), não tem mais poderes diante da malvada comandante.
Então, DG acaba por reunir os piores heróis possíveis, Cain, o Tin Man (Neal McDonough) - um policial sem coração, Glitch (Alan Cumming, o Noturno de X-Men 2) - um cientista com somente meio cérebro, e Raw (Raoul Trujillo) - uma criatura bestial em busca de sua coragem.
O roteiro de Steven Long Mitchell e Craig Van Sickle (criadores da série The Pretender) vira do avesso a mitologia de Dorothy e seus amigos. A idéia é distorcer a fantasia, deixá-la mais psicodélica e bizarra. A minissérie estréia em dezembro.
A MPM estréia no próximo dia 10 de setembro, com um filme na Rede Globo e Record, sua mais nova campanha para a exposição “Da Bauhaus a (agora!)“, que acontece no Museu de Arte de São Paulo (MASP) até o dia 28 de Outubro. O esforço de comunicação divulga a coleção particular da fabricante alemã Daimler Chrysler, que trouxe ao Brasil, entre outras intervenções artísticas, pinturas, instalações, fotografias, esculturas e vídeos, totalizando mais de cem obras de arte contemporânea e do movimento Zero.
Em tom de suspense, o filme “Lona” acende as luzes e mostra um automóvel coberto por uma lona. Em seguida entra a locução: “Os alemães acabam de exportar mais uma novidade para o Brasil”. O suspense termina quando a lona é puxada e o que se vê ao invés de um carro, são obras de arte da coleção da Daimler Chrysler. No final a assinatura: “DaimlerChrysler, Da Bauhaus a agora.A coleção de arte que rodou o mundo, agora no Masp”
A criação é de Margit Junginger e Elias Torres, com direção de Aaron Sutton e Jorge Iervolino. A produtora do filme é a Sentimental filmes com direção de Luiz Evandro. O áudio ficou por conta da A9.
Sobre a exposição
Entre 16 de Agosto e 28 de Outubro estarão dispostas cerca de 100 diferentes obras de arte que variam entre pinturas, instalações, esculturas, fotografias e vídeos no Museu de Arte de SãoPaulo, o MASP. As obras fazem parte da Coleção DaimlerChrysler e reúnem ícones da arte contemporânea internacional como Josef Albers, Willi Baumeister, Andy Warhol e Hans Arp, além dos novíssimos Mathieu Mercier, Sylvie Fleury e John M Armleder
O Dadaísmo é contrário a qualquer tipo de equilíbrio em arte seja em pinturas, esculturas, poesias, fotografia e cinema.
Um grupo de artistas frustrados com a religião, ciência e filosofia na atual época da Primeira Guerra Mundial.
Pregavam a arte livre de qualquer estilo ou amarra racional, a arte sem rédeas.
Criar com o automatismo psíquico usando elementos distintos, mas sempre fugindo de regras impostas pela arte. Fortaleciam a busca e destruição da arte acadêmica.
Foram importantes para movimentos futuros como Surrealismo, Pop Art, Arte Conceitual e o Expressionismo Abstrato.
Apesar de tudo que pregavam, sem dúvidas deixaram fortes influências para todos nós.
Abaixo alguns exemplos:
Kleine Dada Soirée, 1922. Litografia de Theo van Doesburg e Kurt Schwitters.
• Mistura de tipos sem preocupação estética, utilizando fontes em Caixa Alta e Baixa na mesma palavra.